Dia 2 deste mês foi o dia da mãe de todos os orixás (Que são divindades ou semideuses, guardiões dos elementos da natureza, de acordo com o panteão Africano. Estima-se aproximadamente 600 orixás primários na mitologia!. Para quem não sabe de quem estou falando, lhes apresento esta semana, Iemanjá, a senhora das águas.
Iemanjá também é ligada ao Candomblé, porém a imagem dela se tornou tão forte que é quase independente. Ela é representada por uma sereia de longos cabelos negros, é a mãe dos peixes e rege a maternidade.
O tema veio depois que uma amiga minha me contou que viajou à Bahia e lá viu mulheres jogando flores brancas no mar, em homenagem a Iemanjá. Acontece que não era bem homenagem e sim um agradecimento por alguma bênção recebida.
São consideradas filhas da deusa das águas: boas donas de casa, educadoras generosas que criam até filho de outros e mulheres que representam a melhor essência do mar, sendo imponentes, majestosas, belas, calmas, sensuais e cheias de dignidade, como uma sereia.
Recorrem a ela, mulheres que não conseguem engravidar, e os melhores sacrifícios à deusa incluem: flores brancas, cabras, galinhas, e patos, além de milho cozido com azeite, cebola e sal. Mas este último item, ninguém pode culpá-la por gostar não é?
Para saudá-la, basta dizer: odôiá! Seu metal é a prata e seu dia é o sábado! Eu particularmente sou católica, não cultuo outras divindades, mas eu acho que saber um pouco mais sobre o que há por ai, não faz mal! Tenha uma ótima semana!
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